segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

(risos)


Prometi para mim mesma que não voltaria a postar mais nada até que ouvisse o: -5, 4, 3, 2, 1.... Feliz 2008!
Mas aqui estou, sentada escrevendo sobre as ondas no lago, sobre a pedra que bateu soltando ondinhas.
...
Conversando com o único amigo de infância que possuo e sua namorada, ela é uma graça! Conversamos durante um longo tempo, eu sentada na grama, ela no balanço e ele de pé empurrando ela. Conversamos sobre as coisas do coração, ele me conta de como está feliz com a sua menina... me diz que ouviu os sinos tocarem quando beijou-a. Ela me mostra as borboletas tatuadas na orelha... "são essas as borboletas que voam no meu estômago quando penso no G..."
Foi tudo enjoativamente bonito e romântico.
...
Chego em casa e só me resta pensar. Pensar em tudo que eu já vivi, se alguma coisa valeu o preço que estou pagando.
Sou do tipo de pessoa que se apaixona, se joga, se arrepende, se magoa, junta o que restou e segue para outro coração. E é assim, de coração em coração, tipo estação de ônibus.
Será que recompensa?
Sempre fui assim a vida toda! Sempre! Sei um pouquinho de tudo, um pouquinho do todo... Mas nunca sei tudo sobre algo, tudo de alguma coisa. Parece que estou zapiando a vida... (imagem de uma jovem inquieta na frente da TV que fica trocando e trocando de canal, vê um pouco de tudo e no final, nunca vê nada por completo). Me sinto assim.
...

Mas também tem o lado bom da coisa, eu aposto. Sou boa em me arriscar... E, como dizem mesmo?

-Você não pode ganhar se não apostar!
E é assim... sou boa nisso. ... Então, acredito que é melhor arriscar... uma hora eu ouço o som das asas das borboletas. E se eu tiver sorte mesmo, vou fazer alguém escutar o som dos sinos.
Pois ainda continuo apostando.

Um comentário:

Sorbato disse...

hmmm, vais arriscar?